[Resenha] AEcM12


Sinopse: AEcM12 é uma história de amor que se passa no futuro, quando a maior empresa no ramo de seres artificiais domina a utilização de um componente e se torna capaz de confeccionar um androide perfeitamente similar a um ser humano, sem utilização de peças e elementos mecânicos. Serão muitos os homens a gastar pequena fortuna para a aquisição de uma cópia artificial de alguma mulher, alguns de esposas falecidas, a maioria de atrizes e modelos famosas. O principal personagem deste livro, um homem solitário, copiará a vizinha por quem é perdidamente apaixonado. Ele trabalha no ramo, é um compositor de elementos, e durante a vida construiu os próprios robôs, tratando cada criação com o carinho de um pai, edificando um estranho e artificial ambiente familiar. Agora ele apresentará uma mãe aos filhos-mecânicos, sua esposa artificial quase idêntica a vizinha já conhecida de todos e com isso alterará todo o seu futuro.

Resenha: O livro se passa numa época em que a robótica esta bastante avançada a ponto de ser possível criar "robôs" ou melhor mecamorfos humanizados. Nosso protagonista se chama Arivaldo um rapaz apaixonado pela sua vizinha Lúcia um bela morena que é apaixonada por uma massa humana abominável (risos). Então Arivaldo decide compra uma ginóde que fosse parecida com Lúcia (seu eterno amor) com documentos falsificados, porém programada para ser sua mulher, amante e companheira.

Tudo ia nos conformes, ele estava feliz, sua casa estava mais feliz, até um dia a verdadeira Lúcia descobrir o que ele havia feito.

Acho que vocês deveriam ler o livro ele é bastante detalhado, o autor usa palavras rebuscadas porém de fácil compreensão, a história é bastante interessante. Escrito por um autor brasileiro Flávio P. Oliveira que é do Rio de Janeiro.

Teve umas frases no texto que eu gostei muito.

"...Quem ama prefere a mágoa do incorreto ao invés da desesperança, porque nenhum certeza reside no tempo perdido, no erro existe o erro, na tentativa, a coragem, em fazer nada apenas reside o nada." (pág. 54)

"Toda paciência tem limite, todo disfarce, curta-metragem, toda criatividade, remédio, toda ilusão, falha, toda máscara, ranhura, toda linha de código, imperfeição..." (pág. 87)

"Da destemperança nasce o julgamento de milhares; da inverdade, a condenação, revolta e comoção; da culpa, a aflição." (pág. 91)


E deixo minha opinião para um segundo livro, uma continuação... 
Do tipo: O que aconteceu a Arivaldo? O que as Lúcias fizeram? 
Daria também um ótimo filme!

#FicaADica!!!

Um comentário:

  1. Obrigadoo! Que bom que vc gostou Suelane... Fico bobo aqui pensando.. e se meu livro virar filme... uou!!

    :D

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